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Há quem diga que pratos de peixe cru não têm nada que saber, mas a cozinha japonesa é muito mais que peixe cru.

Para fazer o prato Sushi to Sashimi, um dos ex-líbirs do restaurante SushiCafé, o ‘chef' demorou meia hora.



O peixe é o mais fresco possível, muitas vezes pescado praticamente no dia anterior, por isso, quando chega ao restaurante é embalado e colocado no frigorífico com data de recepção e data de validade.
Depois, consoante for preciso, os ‘chef's' vão retirando o atum, salmão ou robalo do frigorífico.

O peixe é cortado ao meio, retiram-se as barrigas e tiram-se as espinhas com uma pinça própria.

Depois, com uma faca japonesa, o sashimi, ou seja, pedaços de peixe cru são cortados na oblíqua.

Para os nigiris (arroz com pedaço de peixe por cima), o chef faz uma bola de arroz com a mão, alonga-a com os dedos e cola o peixe por cima. Quanto menos se revolver o peixe, melhor.

Mas o arroz não é um arroz comum. É cozido numa panela própria do Japão e posto a secar num recipiente de madeira, que absorve a água. A textura própria do arroz japonês, que consegue ser agarrado com pauzinhos, é feita com uma mistura de vinagre, açúcar e sal.

Para os famosos rolinhos de sushi, pega-se numa fatia de alga, estende-se na esteira e coloca-se o arroz por cima. A tira de salmão é colocada ao meio da cama de arroz. Depois, a esteira ajuda enrolar como se fosse uma torta tradicional.

Para respeitar a tradição japonesa, os rolinhos são partidos em seis pedaços.

Afinal, a técnica da cozinha japonesa não é para todos.

Fonte: Económico